ACUMULAÇÃO AGRÁRIA E A ROTA DA SOJA NO MARANHÃO
DOI:
https://doi.org/10.19093/res18512Palavras-chave:
Agronegócio, Maranhão, Padrão de Especialização Primário-exportadorResumo
O artigo problematiza a expansão do agronegócio no estado do Maranhão, interrogando como a soja penetra em diferentes sub-regiões do estado. O caso do Maranhão releva por quatro aspectos: i) a expansão da soja altera o bioma pré-amazônico; ii) produz alterações nas relações de vida de uma ampla população com características campesinas; iii) a análise do bioma cerrado e suas alterações; iv) por fim, a alteração do padrão econômico e como os ajustes reprodutivos impactam sobre os aspectos agrários e agrícolas de um conjunto de pequenas e médias municipalidades. A metodologia utilizada será com base em séries históricas de estatísticas descritivas do estado do Maranhão e de três sub-regiões imediatas definidas pelo IBGE. A análise das estatísticas nos revela o aumento das grandes propriedades produtoras de commodities, especialmente soja e milho, mas também outros segmentos do chamado sistema agroalimentar. A exposição de dados se fará de forma gráfica com o objetivo de ilustrar o panorama de expansão da acumulação de capital na região. A abordagem teórica inicial que faremos refere-se a crítica ao padrão primário exportador, considerando uma categoria de mediação que a teoria marxista da dependência desenvolveu: o Padrão de Reprodução do Capital.
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