Por universidades transinclusivas: entre acesso e pertencimento
DOI:
https://doi.org/10.29327/2410051.8.23-61Palavras-chave:
Cuidado, Políticas públicas, Transidentidades, UniversidadeResumo
O ensino superior brasileiro configura-se como um espaço excludente, que reproduz e mantém normas de gênero, raça, sexualidade e classe. Pessoas trans são sistematicamente marginalizadas e expulsas destes espaços, o que dificulta o acesso dessa população à renda, emprego, moradia, saúde, transporte e a outros direitos básicos, de maneira a impactar diretamente seus modos de sobrevivência. Diante desta realidade, a presente pesquisa teve como objetivo investigar e analisar as atuais políticas de ensino superior voltadas para pessoas trans. Para isso, adotou-se como metodologia a análise documental. Foi encontrado que, embora existam importantes avanços na implementação de políticas para pessoas trans no ensino superior, a falta de respaldo legislativo e de políticas nacionalizadas dificulta a verdadeira inclusão destas pessoas. Deve-se investir em políticas públicas que busquem contemplar as demandas de estudantes para além do simples acesso, com o intuito de promover a qualidade de vida dentro e fora da universidade.
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