EL CUERPO COMO BRÚJULA EN UNA EXPEDICIÓN AL MONTE RORAIMA
UNA AUTOCARTOGRAFÍA ESCRIBIVIENTE
DOI:
https://doi.org/10.51283/rc.30.e21117Palabras clave:
Experiencia, Saberes Sensibles, Prácticas Corporales de Aventura, Educación FísicaResumen
Este artículo busca comprender cómo la experiencia corporal vivida en una expedición al Monte Roraima puede constituirse como un campo de producción de saberes sensibles y conocimientos reflexivos en la Educación Física. El estudio parte de una crítica a modelos pedagógicos marcados por la aceleración, la fragmentación del cuerpo y la centralidad del contenido, proponiendo la experiencia en la naturaleza como una posibilidad formativa que integra cuerpo, tiempo, sensibilidad y reflexión. Metodológicamente, el estudio se fundamenta en una autocartografía escribiviente, construida a partir de registros de la travesía — diarios de campo, imágenes, sonidos y narrativas — articulados con autores que discuten la experiencia y la educación. El análisis se organiza en cuatro rutas de sentido: el cuerpo como brújula, el tiempo del encantamiento, la mirada descolonizada y el saber de la experiencia vivida. Los resultados indican que la experiencia corporal en ambientes naturales produce desplazamientos en las formas de percibir, sentir y aprender.
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