REPRESENTATIVIDADE FEMININA NA MATEMÁTICA: A PRODUÇÃO DE FÔLDER COMO MATERIAL DIDÁTICO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26571/reamec.v13.20101


Palavras-chave:

Perspectivas femininas. , Matemática., Lei nº 14.986/2024. , Fôlder.

Resumo

Este artigo tem por objetivo apresentar um material didático para favorecer o estudo da representatividade feminina na história da matemática, valorizando o legado de mulheres como forma de inspirar e ampliar a visibilidade feminina na sociedade. A metodologia de abordagem qualitativa consistiu em pesquisa bibliográfica, documental e digital; produção de material didático de divulgação e proposta de atividades para a Semana de Valorização das Mulheres que Fizeram História, conforme a Lei nº 14.986, de 25 de setembro de 2024. Nos resultados, o trabalho, apresenta um fôlder com a trajetória de três mulheres que se destacaram na matemática: Elza Furtado Gomide, Katherine Johnson e Marilia Chaves Peixoto e atividades pedagógicas para estudantes da Educação de Jovens e Adultos. Reconhecer e valorizar a história dessas mulheres em atividades educativas é fundamental para promover a igualdade de gênero e o reconhecimento da participação feminina na matemática e na sociedade.

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Biografia do Autor

  • Adriane Maria Sales Peixoto, Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém, Pará, Brasil

    Graduanda do curso de Licenciatura Integrada em Ciências, Matemática e Linguagens pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Bolsista do Programa de Educação Tutorial (PET) Interdisciplinar Conexões de Saberes e Estagiária na Secretaria de Educação (SEDUC).Desenvolve pesquisa na área dos Transtornos de Aprendizagem, com ênfase na Discalculia. 

  • Lorena Bischoff Trescastro, Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém, Pará, Brasil

    Doutora em Educação (PPGED/UFPA - 2017). Mestre em Letras (PPGL/UFPA - 2001). Especialista em Educação e Informática (ICED/UFPA - 1996). Graduada em Letras (FUNDASUL/RS - 1991). Membro do Grupo de Pesquisa Ensino de Leitura e Literatura - GPELL (UFRN/Cnpq), do Grupo de Pesquisa Constituição do Sujeito, Cultura e Educação (ECOS/PPGED/UFPA) e do Grupo de Estudos em Linguagens e Práticas Educacionais da Amazônia (GELPEA/UEPA).Tem experiência em docência, na área de Alfabetização, Língua Portuguesa, Ensino Interdisciplinar, Avaliação da aprendizagem, Formação de Professores para os anos iniciais do ensino fundamental. Atuando principalmente nos seguintes temas: Teorias e Práticas de Alfabetização e Letramentos, Formação de professores, Literatura e educação antirracista, História da educação, Práticas educacionais interdisciplinares em Ciências, Matemática e Linguagens. Atuou como coordenadora e formadora no Centro de Formação de Professores da Secretaria Municipal de Educação de Belém - PA (2005-2018). Atualmente, é professora na Faculdade de Educação Matemática e Científica - FEMCI, da Universidade Federal do Pará, em Belém - PA e Coordena o Projeto de Pesquisa Práticas de mediação de leitura, literatura e etnicidades nos anos iniciais do ensino fundamental.

  • Weslley Jonatham da Silva Furtado, Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém, Pará, Brasil

    Graduando de Licenciatura Integrada em Ciências, Matemática e Linguagens na Universidade Federal de Pará (UFPA), Belém, Pará, Brasil.

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Publicado

2025-12-30

Declaração de Disponibilidade de Dados

Os dados desta pesquisa não foram publicados em Repositório de Dados, mas os autores se comprometem a socializá-los caso o leitor tenha interesse, mantendo o comprometimento com o compromisso assumido com o comitê de ética.

Como Citar

PEIXOTO, Adriane Maria Sales; TRESCASTRO, Lorena Bischoff; FURTADO, Weslley Jonatham da Silva. REPRESENTATIVIDADE FEMININA NA MATEMÁTICA: A PRODUÇÃO DE FÔLDER COMO MATERIAL DIDÁTICO. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, v. 13, p. e25101, 2025. DOI: 10.26571/reamec.v13.20101. Disponível em: https://www.periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/20101. Acesso em: 16 abr. 2026.

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