INVESTIGATIVE BOTANY TEACHING: PROMOTING SCIENTIFIC LITERACY IN HIGH SCHOOL
DOI:
https://doi.org/10.26571/reamec.v9i1.11276Keywords:
Botanic Teaching. Investigative Teaching Sequence (ITS). Scientific Literacy.Abstract
Taking in account how hard is teaching Botany nowadays, how Botany is linked to the understanding of natural phenomena, and how crucial is the assimilation of scientific concepts and the understanding of the impacts of science and its technologies, we developed an Investigative Teaching Sequence (SEI) in order to make the teaching of Botany more motivating and contribute to the Scientific Literacy of high school students. This work has a quanti-qualitative nature and the methodological proposal developed is in agreement with the cognitive/cultural view of teaching. The work was carried out in a public high school in the countryside of Mato Grosso state, in the Amazon region (broad sense). There is a didactic potential in this SEI to promote advances in students' Scientific Literacy, its application provided students with the possibility of argumentation, construction of concepts and contact with the scientific method and the researcher-teacher the possibility of reflection on possible solutions for the investigative teaching strategies in student learning.
Downloads
References
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensino e aprendizagem de Ciências: referenciais teóricos e dados empíricos das sequências de ensino investigativas (SEI). In: LONGHINI, M. D. (Org.). O uno e o diverso na educação. Uberlândia: EDUFU, 2011. p. 253-266.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Fundamentos teóricos e metodológicos do ensino por investigação. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 18, n. 3, p. 765-794, set./dez. 2018.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (Org.). O ensino de Ciências e a proposição de sequências de ensino investigativas. In: CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensino de Ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. São Paulo: Cengage Learning, 2017.
CARVALHO, Francinete Bandeira et al. Possibilidades de alfabetização científica no bosque da ciência, Manaus, AM, Brasil. Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática (REAMEC), Cuiabá, v. 6, n. 2, p. 342-356, 21 dez. 2018. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/7042. Acesso em: 7 jan. 2021.
CHASSOT, Áttico. Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, jan./fev./mar./abr. 2003, v. 22, n. 1, p. 89-100. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n22/n22a09.pdf. Acesso em: 31 jan. 2019.
CHEDID, Kátia A. Kühn. Psicopedagogia, Educação e Neurociências. Revista Psicopedagogia, São Paulo, v. 24, n. 75, p. 298-300, 2007.
DAMIANI, Magda Floriano; ROCHEFORT, Renato Siqueira; CASTRO, Rafael Fonseca de; DARIZ, Marion Rodriguez; PINHEIRO, Silvia Siqueira. Discutindo pesquisas do tipo intervenção pedagógica. Cadernos de Educação, Pelotas, n. 45, p. 57-67, jul./ago. 2013. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/caduc/article/view/3822. Acesso em: 6 jan. 2021.
DE ANDRADE, Maria José Dias; ABÍLIO, Francisco José Pegado. Alfabetização Científica no Ensino de Biologia: uma leitura fenomenológica de concepções docentes. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 18, n. 2, p. 429-453, maio/ago. 2018.
DE MELO MOUL, Renato Araújo Torres; DA SILVA, Flávia Carolina Lins. A construção de conceitos em Botânica a partir de uma sequência didática interativa: proposições para o ensino de Ciências. Revista Exitus, Santarém v. 7, n. 2, p. 262-282, 2017.
DEL-CORSO, Thiago Marinho et al. Indicadores de alfabetização científica em uma SEI de Biologia: a proposição de inscrições literárias como um novo indicador. In: X ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS (X ENPEC), 2015, Águas de Lindoia, SP.
KLINK, Carlos A.; MACHADO, Ricardo B. A conservação do Cerrado brasileiro. Megadiversidade, v. 1, n. 1, p. 147-155, jul. 2005.
KRASILCHIK, Myriam. Prática de ensino de Biologia. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2016.
LEFRANÇOIS, Guy R. Teorias da aprendizagem. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC) et al. Educacenso 2016: relação de cadastro de escolas: Mato Grosso. Secretaria de Estado de Educação (SEDUC). Disponível em: http://www2.seduc.mt.gov.br/-/8221360-censo-escolar?ciclo=. Acesso em: 29 jul. 2019.
MOTOKANE, Marcelo Tadeu. Sequências didáticas investigativas e argumentação no ensino de Ecologia. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 17, p. 115-138, nov. 2015.
RIBEIRO, Leandro Carvalho. Aspectos ecofisiológicos da germinação de sementes de espécies do cerrado sensu stricto e da mata de galeria do bioma Cerrado expostas a diferentes condições de estresse. 2010. 94f. Dissertação (Mestrado em Botânica) – Instituto de Ciências Biológicas, Universidade de Brasília, Brasília, 2010.
SALATINO, Antonio; BUCKERIDGE, Marcos. "Mas de que te serve saber Botânica?". Estudos Avançados, São Paulo, v. 30, n. 87, p. 177-196, ago. 2016.
SASSERON, Lúcia Helena; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Alfabetização científica: uma revisão bibliográfica. Investigações em Ensino de Ciências, Porto Alegre, v. 16, n. 1, p. 59-77, 2011.
SASSERON, Lúcia Helena; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Almejando a alfabetização científica no ensino fundamental: a proposição e a procura de indicadores do processo. Investigações em Ensino de Ciências, Porto Alegre, v. 13, n. 3, p. 333-352, 2008.
SCARPA, Daniela Lopes; SILVA, Maíra Batistoni. A Biologia e o ensino de Ciências por investigação: dificuldades e possibilidades. In: CARVALHO, A. M. P. de. Ensino de Ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. São Paulo: Cengage Learning, 2017.
SOUZA, Silvana Messere de Lacerda; DUQUE, Danielle Cristina; BORIM, Estrada. Propostas pedagógicas para o ensino de Botânica nas aulas de Ciências: diminuindo entraves. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 16, n. 2, p. 298-315, 2017.
VYGOTSKY, Lev Semenovich. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
ZILLER, Sílvia R. (consultora). Lista comentada de espécies exóticas invasoras no estado de Santa Catarina: espécies que ameaçam a diversidade biológica. Florianópolis: FATMA, 2016. 88p. Disponível em: http://www.institutohorus.org.br/download/artigos/2016%20FATMA%20Lista%20comentada.pdf. Acesso em: 29 set. 2020.
Downloads
Published
Issue
Section
How to Cite
Share
License
Copyright (c) 2021 Michele Eidt Tognon, Patrícia Carla de Oliveira

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Política de Direitos autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos publicados na Revista REAMEC, atendendo às exigências da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências, enquanto a revista utiliza um modelo de licenciamento que favorece a disseminação do trabalho, particularmente adotando a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0).
Os direitos autorais são mantidos pelos autores, os quais concedem à Revista REAMEC os direitos exclusivos de primeira publicação. Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos neste periódico. Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicado neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional, em website pessoal, publicar uma tradução, ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico. Os editores da Revista têm o direito de realizar ajustes textuais e de adequação às normas da publicação.
Política de Acesso Aberto/Livre
Os manuscritos publicados na Revista REAMEC são acessíveis gratuitamente sob o modelo de Acesso Aberto, sem cobrança de taxas de submissão ou processamento de artigos dos autores (Article Processing Charges – APCs). A Revista utiliza Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0) para assegurar ampla disseminação e reutilização do conteúdo.
Política de licenciamento - licença de uso
A Revista REAMEC utiliza a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0). Esta licença permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Além disso, permite adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação inicial neste periódico.










































































